Nenhum sonho é grande demais

houston astros
É noite de quarta-feira em Los Angeles e o mês de novembro de 2017 só está começando. A temperatura está em cerca de 21°C e o céu está parcialmente nublado. E parece que uma sombra obscura tenta encobrir o brilhantismo do Dodger Stadium. Em um dia que deveria ser marcante para o time da cidade, um dia que o estádio recebia pela primeira vez em sua história o jogo 7 de uma World Series. A equipe do Los Angeles Dodgers fez uma temporada regular impecável, não deu a menor chance para seus adversários nos playoffs, e sonhava muito com o título que não vem desde o ano de 1988, que seria o sétimo de sua história. Mas como diria Notorious BIG - "Nenhum sonho é grande demais", e ele pode se tornar realidade para todos aqueles que o buscam obstinadamente, para quem jamais havia conseguido chegar lá nem que fosse ao menos uma vez na vida.

E o Houston Astros sempre quiseram chegar lá, nem que fosse ao menos uma vez na vida. Não adiantava ser um astro apenas no nome, se no céu eles não pudessem brilhar como uma estrela incandescente. A sua parte haviam também feito na temporada regular como fizera o Dodgers, com mais de 100 vitórias. Foi primeira vez desde a World Series de 1931 que duas equipes com 100 ou mais vitórias disputaram o título de campeão de MLB. Eles mereciam tanto quanto o rival da decisão, apesar de que sua história e busca é bem mais curta. Fundado em 1965, o Astros demorou 40 anos para ter uma primeira chance, mas sonho daquele ano de 2005 acabou sendo apenas uma pesadelo.

Eles mal podiam acreditar que pela frente estava a equipe do Chicago White Sox. Logo o time que não vencia desde 1917, quando foram amaldiçoados por terem perdido uma World Series propositalmente em troca de dinheiro. Mas assim como a "Maldição do Bambino", para o Boston Red Sox, e posteriormente, em 2016, a "Maldição da cabrita", para o Chicago Cubs tiveram um fim, então a "Maldição dos meias brancas" também se findaria uma hora ou outra. Só poderia ao menos ter sido um pouco menos cruel do que foi. O Houston nem teve uma chance, perdeu de 4 jogos a 0 e acabou sendo aniquilado na primeira oportunidade da vida. Uma vida que, sim, continuaria. Para que um dia o sonho possa se tornar realidade e deixasse de ser uma esperança, pois nenhum sonho é grande demais e ele pode ser alcançado.

A tão obstinada busca terminou. No fim pareceu até fácil demais, pelo menos se comparado ao épico jogo cinco, que terminou com um placar de 13 a 12 na décima entrada. Ou ainda o jogo dois, que só acabou na décima primeira entrada. Ambos tiveram vitórias do Houston Astros, mostrando que a equipe estava focada e determinada a vencer de qualquer maneira. O jogo dois marcou além disso a primeira vitória do Houston em uma World Series pela primeira vez em sua história, já que em 2005 não teve esse gostinho saboroso. Um gostinho que melhora ainda mais se a vitória for no jogo sete, se for a quarta vitória da série e se valer o título de campeão da MLB. Em uma disputa magistral e equilibrada, com recordes de home runs e reviravoltas inacreditáveis. Com um time alcançando o seu maior sonho, um sonho que não era grande demais, mas que tem uma importância gigantesca para quem chega até lá.

O equilíbrio que se esvaiu antes da hora

Net Esportes - Lewis Hamilton campeão de 2017
Depois de quatro anos consecutivos, em 2014, a Red Bull enfim viu seus carros terem suas asas cortadas. Sebastian Vettel havia conquistado quatro títulos em sequência na escuderia dos energéticos, mas se viu apenas com a quinta colocação quando a Mercedes se tornou a equipe com o melhor carro na pista. Assim como a Ferrari dominou por tantos anos com Michael Schumacher e assim como quase sempre acontece na Fórmula 1. Lewis Hamilton, que havia deixado a McLaren com quem fora campeão em 2008, tinha a chance de fazer o mesmo que Vettel, ganhar quatro títulos em seguida, afinal não havia equilíbrio, apenas domínio. O inglês, no entanto, esqueceu de avisar seu companheiro de equipe sobre o plano em 2016, assim como Schumacher costumava fazer com Rubens Barrichello.

Mesmo ganhando quatro corridas seguidas duas vezes, Hamilton ficou cinco corridas seguidas sem alcançar o ponto mais alto do pódio outras duas vezes também em 2016. Em um ano amplamente dominado por apenas uma equipe, esses resultados ruins (incluindo dois abandonos) foram determinantes para que sua sequência de conquistas fosse interrompida pelo seu companheiro de equipe Nico Rosberg. O ano de 2017 chegou, mas com ele veio uma nova surpresa: A Mercedes não era mais uma unanimidade na Fórmula 1. A Red Bull se recuperou e voltou a colocar suas asinhas de fora. Se não bastasse, a categoria máxima do automobilismo ainda viu um ressurgimento da Ferrari, que por tantos anos se viu adormecida e esquecida nas trevas de algum mundo perdido.

Os mais saudosos ainda sonham em ver não só a Ferrari brigando pelo título, mas também a McLaren e a Williams alcançando o pódio juntas novamente. Porém, mesmo sem essa possibilidade voltando a ser realidade, os fãs se animam com um campeonato mais equilibrado. Três equipes com chances de vitórias, dois pilotos brigando diretamente pelo título em equipes diferentes. As corridas ficam mais agitadas e emocionantes, seja em dias de chuva ou não. Colisões e abandonos, o safety car é chamado e um carro bate na traseira do outro. Vettel perde a cabeça e a Fórmula 1 tem até briga de trânsito. Dos seis primeiros colocados no campeonato, que se dividem nas três melhores equipes, apenas Kimi Räikkönen não conseguiu vencer. O pódio viu até Lance Stroll, da Williams, naquele conturbado GP do Azerbaijão.

É um campeonato muito melhor e mais agitado que os últimos seis anos, talvez. Não chega a ser como em 2010, que viu quatro pilotos brigando pela conquista na última corrida, mas mesmo assim já serve como esperança de menos monotonia na Fórmula 1. As equipes brigam para ter Carlos Sainz no cockpit. Um francês e um mexicano arrojado levam a Force India ao posto de quarta melhor equipe do ano. A Hass consegue ser melhor que a McLaren e um piloto com sobrenome Verstappen consegue vencer corridas. É um equilíbrio interessante, com disputas acirradas e uma briga intensa pelo título, com atritos e muitas polêmicas. O que ninguém esperava, no entanto, era ver todo esse equilíbrio animador se esvair muito antes da derradeira hora final.

Um dos diferenciais de Hamilton neste ano, em relação ao ano passado quando perdeu o título, foi manter um equilíbrio nos resultados e não abandonar nenhuma corrida. Em Mônaco teve um resultado ruim, sendo apenas o sétimo colocado. Antes do GP do México, havia ficado fora do pódio cinco vezes, mas, mesmo que não tenha ficado em terceiro lugar nenhuma vez, ele não abandonou nenhuma corrida. Vettel fazia o mesmo, e por isso o campeonato era tão bom e equilibrado, mas na sequência de Singapura, Malásia e Japão foram dois abandonos e apenas uma quarta colocação. Nesta fase do campeonato o piloto inglês havia encaminhado três vitórias seguidas, sendo que até então ele não havia conseguido nem duas. Conseguiu mais um segundo lugar e venceu no Japão, quando praticamente colocou as mãos na taça.

O ano equilibrado se esvaiu e a conquista ficou fácil de mais, chegando quando ainda restavam duas corridas para o final da temporada. No ano que Lewis Hamilton superou seu ídolo Ayrton Senna em número de pole positions, na GP do Canadá, quando ganhou um capacete igual ao que o brasileiro usava e não conseguiu segurar as lágrimas. Desta vez não havia companheiro de equipe para atrapalhar, e o rival da Ferrari ficou para trás. Hamilton então chegou ao seu quarto título na carreira, mais uma vez superando Ayrton Senna. Na sua frente restam apenas Juan Manuel Fangio, com cinco conquistas, e Schumacher, com sete. Quem sabe no ano que vem a quinta taça não venha, seja com domínio ou equilíbrio, pois o que mais importa nessa equação e pelo menos ter emoção.

Polêmicas de Trump com o esporte é bom?

Trump polemica NFL
A imprensa massacra e a população mundial vai junto com ela. A maioria das pessoas não gosta do atual presidente dos Estados Unidos Donald Trump. Seja porque realmente se importam com o que ele diz ou seja porque quer ir na onda de todo mundo. Lá nos Estados Unidos a mídia de um modo geral sempre foi contra desde o início das eleições, desde as prévias do partido quando nem se acreditava que ele fosse realmente ser o candidato republicano. Depois disso os motivos talvez sejam a frustração por não ter conseguido fazer o efeito desejado. Até agora não conseguiram aceitar a vitória no colégio eleitoral e se agarram na pequena diferença obtida no total de votos em favor de Hillary Clinton.

Assim sendo tornou-se uma obrigação ser contra qualquer coisa que Trump faça ou fale. Se ele quer restringir a entrada de imigrantes de certos países ele está errado. Se ele quer acabar como o Obamacare ele está errado. Qualquer coisa que ele faça não é bem vista aos olhos da imprensa em geral que molda o pensamento de todos aqueles que acompanham os noticiários. De fato mesmo existe alguma razão em parte das críticas que são feitas. Donald Trump exagera algumas vezes, mas a Coréia do Norte exagera muito mais. O que não falta, no entanto, são coisas para se preocupar, mas certamente o esporte não está entre elas.

É claro que o esporte é bem vindo na Casa Branca. Barack Obama recebia com orgulho e satisfação as equipes campeãs da NBA, NFL, MLB e tantas outras ligas. O primeiro presidente negro dos Estados Unidos também esteve diretamente ligado à campanha de Chicago para receber as Olimpíadas de 2016. Provavelmente deve ter ficado irritado quando descobriu que houve fraude na escolha do Rio de Janeiro como sede. Só que Donald Trump está envolvido em inúmeras questões mais preocupantes e perigosas como o início de uma possível Terceira Guerra Mundial. Ele não deveria "perder tempo" com questões envolvendo o esporte. Muito menos se for uma intromissão polêmica.

O Trump adora o Twitter e o usa para expor suas opiniões mais do que pessoais. Fica a dúvida se é ele mesmo que escreve ou manda alguém escrever, mas certamente ali está expresso o que ele realmente pensa. E entre uma provocação ou outra feita à Coréia do Norte, Trump resolveu cutucar Colin Kaepernick, um ex-quarterback do San Francisco 49ers. O jogador ajoelhava-se durante a execução do hino nacional americano em protesto contra a violência policial aos negros no ano passado. Não se sabe se Trump lembrou disso, mas o presidente resolveu dizer na sua adorada rede social que aquilo era um desrespeito à bandeira de seu país. Exagerando mais do que o normal Trump ainda ofendeu a mãe do atleta e ressaltou o fato dele estar atualmente sem time de maneira irônica.

Foi o estopim para mais ataques da imprensa. Afinal a mídia não iria perder a chance de massacrar quem ela mais odeia depois dessa. Os jogadores da NFL e donos de times se uniram contra Donald Trump. O presidente americano havia também sugerido que todos aqueles que se ajoelhassem durante o hino fossem expulso dos times ou suspensos. Como resultado vários jogadores acabaram se ajoelhando. Alguns jogadores nem entraram em campo durante a execução do hino nacional americano, que é obrigatória antes de todos eventos esportivos no país. E se não bastasse a polêmica na NFL, ela chegou na NBA também. Stephen Curry disse que não iria à Casa Branca ser homenageado com seu time. Em seguida Trump então desconvidou toda a equipe do Golden State Warriors campeã da NBA, acabando assim com a tradição de visitar a Casa Branca.

LeBron James aproveitou para se manifestar e a coisa toda explodiu de uma forma inacreditável. E será que toda essa polêmica de Trump com o esporte tem um lado bom? Certamente que sim. Agora todo mundo está falando sobre NFL e NBA, só porque tem o Trump envolvido no assunto. Todos querem falar de Donald Trump, principalmente se for para falarem mal. Assim o esporte só tem a ganhar, seja porque virou assunto ou seja porque uniu os jogadores e torcedores em uma só causa. O lado ruim, no entanto, é saber que Trump teve muitos eleitores, e eles talvez ainda estejam ao lado do presidente. Mas será que algum eleitor de Trump e fã de futebol americano vai realmente deixar de ver os jogos só porque os jogadores estão se ajoelhando durante o hino nacional?

E que o esporte tenha mais polêmicas com Donald Trump, para que seja mais comentado e falado na mídia. Para que todos possam ficar sabendo de sua existência no mundo. Afinal quase ninguém que não é fã viu que Carmelo Anthony deixou New York Knicks e foi para o Oklahoma City Thunder, mas todos sabem que o Stephen Curry não quer ir à Casa Branca.

Os maiores salários do esporte em 2017

Maiores salários do esporte em 2017
Saiu a mais atualizada lista dos maiores salários do esporte em 2017. A Forbes mais uma vez revela quem são os atletas mais bem pagos do planeta e, pelo segundo ano consecutivo, o jogador de futebol português Cristino Ronaldo encabeça a lista. Grandes mudanças vem ocorrendo nos últimos anos e já não vemos mais entre os dez os jogadores de golfe consegrados Tiger Woods e Phil Mickelson, que estavam quase sempre nas primeiras posições. Roger Federer se manteve bem, mas Novak Djokovic caiu e Rafael Nadal está apenas na posição 33. O melhor brasileiro é Neymar, que ocupa a décima oitava colocação, enquanto que a melhor no feminino é Serena Williams, que está na posição 51.

Cristiano Ronaldo é o atleta mais bem pago de 2017
1. Cristiano Ronaldo
U$ 93 milhões
FUTEBOL
O jogador de futebol Cristiano Ronaldo não está muito bem no Real Madrid, pelo menos em termos de relacionamentos com a torcida e com a imprensa. Já dentro de campo é só alegria, Conquistas de títulos importantes como a Champions League, o Mundial de Clubes e até Eurocopa com Portugal só ajudaram o astro português a ganhar cada vez mais dinheiro, assim não teve jeito e ele figurou mais uma vez no topo da lista.

LeBron James é o segundo atleta mais bem pago de 2017
2. LeBron James
U$ 86.2 milhões
BASQUETE
No ano passado ele conseguiu um milagre com seus companheiros e levou o Cleveland Cavaliers ao seu primeiro título de campeão da NBA. Naturalmente aquele que é um dos melhores jogadores de todos os tempos não iria perder desempenho neste ano, uma nova final disputada era algo mais do que claro de que iria acontecer novamente, por isso mesmo ele mereceu uma quantia ainda maior de dinheiro no bolso para garantir a segunda colocação na lista.

Messi é o terceiro atleta mais bem pago de 2017
3. Lionel Messi
U$ 80 milhões
FUTEBOL
Não era muito comum ver o futebol figurando no top 10 dos mais bem pagos do mundo. Perto do topo da lista então muito menos. Esse era um lugar típico de golfistas e boxeadores, por mais incrível que isso possa parecer. Mas aos poucos a lista começou a ficar cada vez mais variada, contando com uma mistura de basquete com futebol americano e tênis. O argentino Lionel Messi vem subindo mais a cada ano e, mesmo que o Barcelona já não seja mais aquele Barcelona de tantas glórias, sua conta bancária fica cada vez mais inchada.

Roger Federer é o quarto atleta mais bem pago de 2017
4. Roger Federer
U$ 80 milhões
TÊNIS
O tenista suíço Roger Federer vem impressionando nos últimos anos por sua longevidade no esporte. No ano passado ele voltou a jogar muito bem e assim acumulou ganhos que não vinha tendo tanto. Para o ano que vem é possível que sua posição melhore ainda mais, pois ele continua dando trabalho para seus adversários e até mesmo ganhando títulos importantes como os de Grand Slam.

Kevin Durant é o quinto atleta mais bem pago de 2017
5. Kevin Durant
U$ 60.6 milhões
BASQUETE
O Basquete é o esporte que tem mais atletas no top 10 da lista. Kevin Durant trocou seu antigo time pelo Golden State Warriors e por um trocado de dólares a mais. Seu salário aumentou e seu prestígio foi até o céu. Ele foi contratado para ajudar o Warriors a recuperar o título da NBA que havia perdido em 2016. Nada mais natural do que ser muito bem pago por essa tarefa tão importante.

Luck é o sexto atleta mais bem pago de 2017
6. Andrew Luck
U$ 50 milhões
FUTEBOL AMERICANO
O Drew Brees caiu para décimo primeiro e, pasmem, Tom Brady não está em uma lista com 100 nomes! Ou seja ele ganhou menos de 21 milhões de dólares, pobre coitado! O futebol americano só não paga menos que o Beisebol, que só vê seu primeiro nome na vigésima oitava posição com o desconhecido Clayton Kershaw. Bom para Andrew Luck que ganha bem, mas que ainda não mostrou dentro de campo se merece tanto.

Rory é o sétimo atleta mais bem pago de 2017
6. Rory McIlroy
U$ 50 milhões
GOLF
O golf é como o tênis, individual e isolado. Tiger Woods e Phil Mickelson dominaram por tantos anos, mas agora eles começam a abrir espaço para a nova geração. Rory McIlroy já viu dias melhores com seu jogo, porém agora ele vê dias ainda melhores com o dinheiro no bolso. Talvez Jordan Spieth, que está na vigésima primeira posição neste ano, apareça por aqui em breve. Até lá quem sorri mais é McIlroy.

Curry é o oitavo atleta mais bem pago de 2017
8. Stephen Curry
U$ 47.3 milhões
BASQUETE
Campeão em 2015 e vice em 2016. Também não é de se estranhar que, aquele que até então era o maior jogador do Golden State Warriors, pelo menos até a chegada de Kevin Durant, ganhasse mais dinheiro por causa disso. Grana merecida, ninguém jamais havia feito tantas cestas de três pontos em uma mesma temporada. Assim foi cestinha e MVP da temporada regular. A quem diga que houve um aumento absurdo no aproveitamento dos times nas cestas de três pontos que mudou o jogo de basquete na NBA. Stephen Curry só confirma isso e recebe cada vez mais por isso.

James Harden é o nono mais bem pago de 2017
9. James Harden
U$ 46.6 milhões
BASQUETE
A nona posição, ao contrário da maioria das demais, prova que nem sempre ser campeão seja um quesito obrigatório para ganhar mais dinheiro. James Harden é o principal jogador do Houston Rockets e sonha em chegar a final já faz algum tempo. Candidato a MVP da temporada regular e garantindo sua equipe nos playoffs a cada ano. Falta um pouquinho mais para chegar lá, mas não falta muito para já estar aqui, entre os maiores salários do esporte.

Hamilton é o décimo mais bem pago de 2017
10. Lewis Hamilton
U$ 46 milhões
FÓRMULA 1
Se Nico Rosberg não tivesse se aposentado será que ele estaria no top 10 dos maios bem pagos do esporte? Hamilton foi campeão em 2015 e buscou o título de 2016 com a faca nos dentes, até a última prova tentando de tudo, mas não deu. Isso, no entanto, não foi motivo para que seus pagamentos diminuíssem e ele conseguiu entrar entre o mais bem pagos do último ano. O detalhe que impressiona é ver que o décimo ganha só um pouco a menos que a metade do primeiro. O dinheiro dobra em apenas dez posições, incrível.


Calendário esportivo de Julho de 2017

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O mês de julho de 2017 terá muitas atrações esportivas. As emoções já começaram no último sábado, com a largada do Tour de France de ciclismo que vai durar todo mês. Neste domingo já tem a grande decisão da Copa das Confederações de futebol e na segunda-feira o tradicional torneio de Wimbledon de tênis terá suas primeiras raquetadas. As coisas só melhoram ao longo do mês, confira abaixo as principais datas do calendário esportivo mundial no mês de julho de 2017.

1-23: Ciclismo - Tour de France

2: Futebol - Final da Copa das Confederações

3-16: Tênis - Wimbledon

9: Fórmula 1 - GP da Áustria

14-30: Campeonato Mundial de Natação

16: Fórmula 1 - GP de Silverstone

20-23: Golfe - The Open Championship

30: Fórmula 1 - GP da Hungria

O campeonato brasileiro de futebol, a Libertadores da América, Copa do Brasil e Sul-Americana, bem como a temporada regular do beisebol da MLB seguem com disputas ao longo de todo mês. Julho também contará com outros eventos esportivos além dos essenciais listados acima.